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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

15 Anos Sem Caio Fernando Abreu



“Existe sempre alguma coisa ausente que me atormenta.”

*Foi escrita pela escultora Camille Claudel para seu mestre e amante, Auguste Rodin, em 1886.

“Queria tanto que alguém me amasse por algo que escrevi."

(Caio Fernando Abreu)

Algumas pessoas nascem para fazer toda a diferença. São gênios em seu tempo, transgressores, incompreendidos, almas inquietas que só são reconhecidas à altura após deixarem esse mundo, feito de aparências. Mas que bom que essas almas mesmo depois de nos deixarem tem tamanha força para continuarem imortais por seu legado. Assim é você, Caio, e espero que nesses 15 anos, em que mesmo não estando em corpo presente, você possa estar vendo o quão importante foi o que você nos deixou: experiências profundas, quando ninguém ousava tratar de tais assuntos e com tamanha veracidade, uma identificação ímpar com seus sentimentos, uma obra riquíssima em persona, de estilo totalmente peculiar e que nos acrescenta sempre, vencendo a barreira temporal, seja na forma de um conselho ou simplesmente nos proporcionando o prazer de admirar sua arte. 
Obrigada!

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