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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Do que permanece florido



Não sei por que floresceram em meu rosto
os olhos profundos e os versos raros que há em ti.
Floriram por acaso, ao sol da primavera
sem mesmo haver primavera ou sol em mim.
 
Não sei por que, fiquei assim florida: se o orvalho acre os queima
(Ponho as mãos sobre os olhos para os proteger!)
Tão estranho! Jazerem ainda, em minha face,
esses olhos e versos...
Se já é inverno, e não mais os posso ver.


(Juliana Alves - 15/11/12)

Um comentário:

  1. Bom dia!!! passando para fazer uma visita e te convidar para visitar o novo blog confira e siga tb... parabéns pelo trabalho aqui!!
    Jesus te abençoe!!! http://webzone14.blogspot.com.br/

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