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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

"Sorrindo, longe de tudo, cheia de luz." (Caio Fernando Abreu)


"De todas as cores, vermelho. De todas as flores, gérbera. Reza toda noite antes de dormir. E nunca esquece de agradecer pelas bonitezas do dia. Agradece também pelo que é feio, mas engrandece. Acredita que o sofrimento enobrece, mas nem sempre, porque prefere o caminho mais fácil. Põe o pé direito pra fora da cama primeiro (nem sempre). Herdou algumas supertições, além do riso fácil e do olhar ágil. Está sempre apressada e atrasada. Fala mais com as mãos, que com a boca. Pensa mais rápido que fala e quase não fala o que pensa. Aprendeu a ser comedida. Tropeçou muitas vezes no caminho.
Já se apaixonou pra sempre.
Já morreu de amor.
Não acredita mais em príncipe encantado, mas torce pra que lhe provem o contrário todo-santo-dia."


(Briza Mulatinho) 

segunda-feira, 4 de abril de 2011

E assim tem sido...



"Ela começa a tecer uma nova história. Dessas de amor, que são as preferidas. Os fios invisíveis, cruzam os quilômetros de distância. Tocam a pele, afagam, alentam. E do outro lado, a criança se deixa envolver. Porque é quente e macio.
E o mundo, o mundo é tão hostil. Percebendo a entrega, ela se deleita. Trabalha dia e noite. Atravessa as horas, os dias, os meses. Incansável.
Sonha acordada e faz planos mirabolantes.
Inventa novas cores pra enfeitar o desenho, que é sempre dos mais bonitos.
Espalha palavras doces pelo caminho e espera que as letras sejam devoradas.
E são. Sempre são.
Os corações têm fome de afeto."

(Briza Mulatinho)


domingo, 23 de janeiro de 2011

Porque a vida precisa de pele e cheiro e calor...



"É tão bom quando faz sol. Ainda mais quando é sexta-feira.
Gosto quando chove também, mas hoje precisava era de céu azul.
Tudo amanhece.
Vezenquando, é bom que não vire abraço e beijo e viva ali no Reino do Encantamento, para todo & sempre, amém.
Vezenquando, só.
Porque a vida precisa de pele e cheiro e calor e o tiquetaquear do coração do Outro junto do coração da gente."

(Briza Mulatinho)

Coração Primaveril

  Das invernais madrugadas não me recordo mais. Senhor dos tempos da ventura despiu-me de toda a névoa, vestiu-me de amanhecer...