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quarta-feira, 13 de julho de 2011


"Assim como passarinhos errantes, 
que escolhem onde vão conforme o tempo do vento, 
meu coração escolhe o tempo de dentro. 
Recolhe fragmentos perdidos, esquecidos, 
emaranhados em versos rasgados de emoção. 
Posse? Não, perdão. 
Sol-imensidão. 
Ternura-cura."

(Du)

Coração Primaveril

  Das invernais madrugadas não me recordo mais. Senhor dos tempos da ventura despiu-me de toda a névoa, vestiu-me de amanhecer...